quinta-feira, junho 30, 2005

Carlos Encarnação não quer eletrificação na L. da Lousã

And the oscar goes to....CARLOS ENCARNAÇÃO,Pela atitude mais patética,intransigente,e megalómana...

Agora a sério...deem qquer coisa ao homem poruqe coitado, já começa a não bater bem...

DIÁRIO DAS BEIRAS

23-05-2005
Ana Luísa Barroso

Ramal da Lousã – Encarnação não quer electrificação


O presidente da Câmara de Coimbra considera que o atravessamen- to da cidade por um comboio é “pior” do que a supressão do troço do metro que ligaria Lousã a Serpins.

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), o social–democrata Carlos Encarnação, manifestou–se ontem contra a electrificação do ramal da Lousã e disse que a autarquia tudo vai fazer para se opor a esta solução, caso ela venha a ser equacionada pelo novo Governo, que cancelou, recentemente, o concurso público internacional do metro ligeiro de superfície (MLS) de Coimbra.
“A CMC não concebe a cidade sem o metro. Se avançarem com a electrificação, a câmara não está interessada. Não está interessada em ter um comboio electrificado a atravessar a cidade”, afirmou o autarca aos jornalistas, pouco antes do início da reunião quinzenal do executivo camarário.
Insistindo que a autarquia a preside “não tem outro interesse que não seja o metro”, Carlos Encarnação diz rejeitar, desde já, o atravessamento da cidade por um comboio solução que considera “aberrante”. “É pior o atravessamento de Coimbra por um comboio do que a supressão do troço Serpins–Lousã”, disse, considerando a solução Lousã–Miranda–Coimbra “não era um mal menor, era um bem maior”.
Recorde–se que o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, decidiu cancelar o concurso, decisão baseada na recusa da assinatura de protocolos pelas câmaras da Lousã e Miranda do Corvo, que discordaram do facto de ter sido excluído do traçado do MLS o percurso entre Serpins e Lousã, por razões de natureza económica. Sobre a decisão, Carlos Encarnação diz ainda não ter recebido qualquer comunicação oficial, nem enquanto presidente da CMC, nem enquanto presidente da Assembleia Geral da sociedade Metro Mondego (MM).
A decisão governamental levou mesmo o autarca de Coimbra a pedir “seriedade” ao Estado, uma vez que, segundo afirmou, é mentira que a não subscrição das câmaras envolvidas anularia o concurso. “Havia era uma suspensão e as partes teriam ainda 15 dias para chegar a um consenso”, explicou, considerando que se o Governo entendia como justa a pretensão de manter o troço Lousã–Serpins, deveria ter introduzido “elementos de correcção”, o que implicaria também correcções financeiras. “Bastava ao Estado arcar com as responsabilidades em termos monetários e depois fazia a festa”, disse.
Já durante a reunião da CMC, o vereador socialista Luís Vilar disse apoiar o MLS “no seu traçado inicial”, com a ligação até Serpins e com a avenida Armando Gonsalves, que estabelece a ligação aos Hospitais da Universidade (HUC), atravessada à superfície.
A possibilidade de atravessamento daquela avenida por túnel levou, mais uma vez, Vilar a alvitar que estará contra uma eventual especulação imobiliária que pode resultar dessa pretensão.
O vereador da CDU, Jorge Gouveia Monteiro, alertou para o facto de se estar a “pôr em risco um importante investimento para a cidade”. “Não faltará quem prefira a 25.ª ponte sobre o Tejo ou a 14.ª ponte sobre o Douro em detrimento do MLS em Coimbra”, afirmou.


ou então uma viagem a uma CIDADE EVOLUIDA DO 1º MUNDO porque COIMBRA...emais não digo, tenho é PENA dos CONIMBRICENSES...

segunda-feira, junho 20, 2005

Exemplo de bom Serviço

É só um desabafo, mas ilustra bem o como a Operadora (des)governa o serviço ferroviário Nacional:

Ateção que ao serem efectuados estudos de Viabilidade estes serviços GARANTIDAMENTE SERIAM CONSIDERADOS RENTÁVEIS.

- Covilhã - Salamanca.
- Beja -Moura.
- Caldas -Lisboa Entrecampos (em regime cadenciado).
- Barreiro-Setúbal (eletrificado, em regime suburbano).
- Covilhã -Porto
- Reabilitação do troço Pocinho - Barca-D'Alva.
- Évora-Estremoz.
- Reabilitação da Linha do Vouga, mantendo a VE.
- Linha do Tâmega

Acima de tudo, fim às Roturas de Carga.

A exploração túristica de parte destas linhas é altamente viável;Não existe qualquer intenção de exploração túristica , mesmo quando a viabilidade salta aos olhos.

Porque temos de estar subjugados ao automovel?

Não temos direito de Optar?

Temos assim tanta vontade de arriscar a vida nas famosas AE´s portuguesas?

É triste que quem governa veja o comboio como o transporte de quem não tem dinheiro para comprar um automóvel, e onde a gestão é feita de forma Alheada das necessidades do utilizador... (e quem tem um paga 70% do valor do combustivel,ao estado, e 40% do valor do automóvel...ao Estado!)...Mas como (dizem)é chique andar de carro...Para mim não é mais do que um campónio simplório...

Alguém tem argumentos para contestar estas afirmações?

Vou trabalhar para (tentar,gratuitamente)alterar o ponto de vista Português...

"Thank you for listening"

Porque será que não me causa Surpresa?

Mais uma vez, não me surpreende que a CP, cheia de "problemas técnicos" em que o unico perdedor é o Cliente,brindado com um serviço cada vez mais ineficiente,tenha tanta dificuldade em por em marcha a hercúlea tarefa de alterar horários.
Será uma grande mudança;Será para melhor, ou será....
Agora ser melhor operadora Ibérica por este andar é que...(ah ah ah ah....tava mesmo a precisar de me rir um pouco).

De seguida noticia do Público de 20.06.05

CP falha nova oferta ferroviária ainda em Junho
PUBLICO 20.6.05

CARLOS CIPRIANO
Novos horários dos comboios já foram adiados seis vezes

A CP adiou para o fim deste ano a entrada em vigor de uma nova oferta
ferroviária que anda a ser preparada há oito meses e já teve seis
datas previstas. Até há poucos dias a meta era 26 de Junho.
A empresa nunca se comprometeu publicamente com nenhuma data e o seu
porta-voz, Rui Lucena Marques, disse ao PÚBLICO que apenas "existe um
conjunto de simulações e estudos de alterações de horários que estão
a ser alvo de uma análise pormenorizada", não havendo ainda "nenhuma
tomada de decisão".

Contudo, a oito dias da data marcada para adaptar a sua oferta
comercial, a empresa não tem preparada nenhuma campanha publicitária
para informar os seus clientes. O orçamento previsto para 2005 em
comunicação e imagem é o maior de sempre da história da CP - oito
milhões de euros.

Os novos horários estiveram previstos inicialmente para 14 de
Dezembro, mas foram adiados para 9 de Janeiro. Seguiram-se 27 de
Fevereiro e 6 de Março, até que se assentou a data de 19 de Junho
como definitiva. Finalmente, adiou-se para 26 de Junho e agora só
para Dezembro.

Ainda este mês deverão ser feitas apenas alterações pontuais,
sobretudo na linha do Norte - em virtude das obras de modernização a
cargo da Refer - e na linha da Beira Baixa, que está electrificada
até Castelo Branco desde o início de Junho, mas na qual circulam
ainda comboios a diesel. A mudança de tracção para locomotivas
eléctricas permitirá reduzir em 15 minutos o tempo de trajecto entre
aquela cidade e Lisboa.
No resto do país estava previsto o reforço do ramal da Lousa com
automotoras com mais capacidade e a introdução de melhor material no
serviço regional do Alentejo. O comboio azul Porto-Faro deveria
passar a ser feito via Lisboa e não por Beja e no Algarve a CP tinha
a intenção de introduzir horários cadenciados (implicam a passagem
aos mesmos minutos em cada estação).
Os Intercidades para Faro deveriam servir Setúbal e na linha do Douro
a Régua veria aumentar de um para três o número de Intercidades para
o Porto.

Protestos dos autarcas

Uma das maiores alterações estava prevista para a linha do Minho,
onde haveria mais comboios entre Viana do Castelo e Nine, mas à custa
da supressão de comboios directos para o Porto. Uma medida polémica,
já tentada há seis meses, mas que desencadeou os protestos dos
autarcas locais.
Outra alteração controversa é o fim dos comboios regionais entre
Aveiro e Porto, cujas estações intermédias ficariam a ser servidas
apenas pelos suburbanos. Deste modo, de Coimbra para o Porto,
qualquer passageiro que não viajasse de Alfa ou Intercidades seria
obrigado a fazer transbordo em Aveiro.
As rupturas de cargas são, aliás, uma constante na actual oferta da
CP. De Leiria para Lisboa é preciso mudar três vezes de comboio,
tantas como daquela cidade para o Porto. De Torres Vedras para Sintra
é necessário apanhar três comboios. E quem vem de Évora para o
Barreiro é obrigado a mudar no Pinhal Novo.

Na Beira Baixa, o serviço regional de Castelo Branco para Lisboa
obriga a dois transbordos e no Douro a empresa estuda a possibilidade
de fazer parar os comboios em Caíde, onde os passageiros da Régua
mudariam para o Porto.

O presidente da empresa, António Ramalho, anunciou em Fevereiro
passado que o grande objectivo estratégico da CP para 2010 é ser " o
operador líder do sistema de mobilidade em Portugal e o melhor
transportador ferroviário da Península Ibérica". •

E pensarque há 30 anos ser ferroviário era um modo de vida...e chegava a todo o Portugal.

domingo, junho 19, 2005

A caminho de mais um Verão Quente

Já se notam algumas mudanças, outras ideia peregrinas da operadora e, uma clara Inclinação para não ver onde está o Lucro.

Mas vamos por Partes:

Voltou a trás a operadora, na intenção de suprimir o Vigo;Após um episódio rocambolesco, onde acusou a Renfe de pretender acabar com o Vigo,esta respondeu dizendo que não tinha nada a ver com isso,que quem fazia o comboio era a CP, que pelo contrário pretendia mais comboios, e logo vieram também os autarcas da região dizer:- Epá epá, logo em cima das eleições é que veem com essas turras...o comboio fica e pronto!! E lá continua, menosprezado mas continuando a efectuar se pela operadora que disse ter perdido milhares de passageiros naquela linha....depois de ter cortado os dois horários mais importantes da linha...Será que é isto que eles chama ir de encontro ao desejo das populações?


Depois, viu-se que no passado fim-de-semana (muito) grande,forma (nunca mais aprendem)quase apanhados de surpresa, pela grand eprocura de transporte ferroviário para os Algarves, para os Nortes...estc, aquilo era só desdobramentos de Alfas e Intercidades...com carruagens não renovadas!!será que o preço era identico ao do Alfa para um serviço de qulidade inferior?Tenho de Averiguar.


Na Beira-Baixa, depois de concluida a eletrificação até Castelo-Branco não se compreende porque motivo o Intercidades não é rebocado por uma 2600, p ex.?Erro de concepção?

No Alentejo, preparam-se para introduzir as Allan´s nas linhas Alentejanas, mas...
Estas não estão preparadas, para levarme com 45ºem cima, nem para trepidarem violentamente...Outra saga se aproxima.

bem, tou no ir;Dormir, pois estou ensonadíssido.


Portem-se e até breve



Fica Bem

domingo, junho 05, 2005

Mais uma mudança de horário, mais uma bofetada no Caminho de Ferro

É triste, muito triste o que poderá acontecer após 29 de Junho;

Será eliminado o histórico comboio Internacional Porto-Vigo, quase centenário,supostamente pelo motivo do costume," não é rentável;No outro lado, as estatísticas afirmama que não, que o Internacionaljá faz parte da vida de quem usa, da população que o vê passar. Parte de vigo com cerca de duas dezenas de utilizadores e chaga ao destino, no Porto, completamente lotada.

Quem mente?

A frivolidade da operadora terá porém outro motivo:
Com o crescente interesse da operadora ferroviária Argentina, a CP deverá alienar parte do material, maioritariamente Diesel, do seu parque mais antigo.
Antigo não significa obsoleto, pois esse material circula ainda em serviço comercial.Dai, será necessário deslocar material de um local para outro.

Prevê-se que as UDD´s usadas no Minho, e Oeste (e neste Internacional) passem a assegurar a Linha da Lousã, sendo as Automotoras Allan, deslocadas para os Regionais do Alentejo e Algarve,Reformando as velhas Nohab´s no Alentejo,e , no Algarve,dado o Interesse dos Argentinos nas UTD´s 0600, não sei...

Também em outros locais, a operadora de tudo faz, para incitar o uso...do automóvel...e triste e, penso que nem no 3º mundo.
No Minho, terminam os regionais directos de Viana do Castelo para o Porto;Curiosamente, no início deste ano essa intenção tinha sido anunciada, mas perante as queixas dos autarcas, a administração voltou atrás..até agora.
Assim, quem pretender chegar ao Porto vindo de Viana, deverá trocar Em Nine.

Também, com o advento da Eletrificação na Beira Baixa, a CP pretende continaur a levar o Intercidade para Castelo Branco, recorrendo a material Diesel, sendo que só os Regionais, serão efectuados por material elétrico, UTE´s Renovadas.

Por falar em Regionais... um pouco de história;

Há dez anos, era possivel vir de Guarda a Lisboa via beira-baixa sem transbordo.

Há 5 anos anos era possível vir da Guarda a Lisboa,via beira baixa com um transbordo na Covilhã.

Hoje, é possível vir da Guarda a Lisboa via beira baixa com...3 transbordos
.

Quem disse que a Evolução é sempre para melhor? Na CP, é sempre para pior.ATÉ QUANDO!!!!!????

terça-feira, maio 31, 2005

O desespero do Autarca

De seguida, noticia veiculada pelo Diário Regional "As Beiras"

Já falta pouco.! :D

Depois da dissolução do Concurso, mais dificil será a dissolução dos tachos;




30-05-2005
António Alves


METRO – Encarnação (des)espera até quinta-feira


O presidente da Câmara Municipal de Coimbra vai esperar até dia 2 de Junho pela prorrogação da suspensão do concurso internacional do Metro Mondego.

A Sociedade Metro Mondego realizou ontem a primeira Assembleia Geral após o anúncio do Governo da suspensão do concurso internacional do Metropolitano Ligeiro de Superfície. Uma reunião que durou pouco mais de meia hora e onde estiveram presentes todos os membros da sociedade. Em cima da mesa estava uma ordem de trabalhos onde constava a apreciação geral do trabalho desenvolvido pela administração e a votação do plano de actividades para 2005, já que o ponto relativo à deliberação sobre a composição e instalação do Conselho Consultivo foi retirado.
Em relação ao trabalho desenvolvido pela administração da Metro Mondego, a Câmara Municipal da Lousã foi a única que mostrou a sua discordância, ao votar contra, enquanto o Estado se absteve. Quanto ao Plano de Actividades, ficou aprovada a proposta do parceiro Estado de coordenar este documento com o desenvolvimento do projecto.
À saída desta reunião, Carlos Encarnação mostrou o seu descontentamento pela decisão do Governo em suspender o concurso público internacional. O autarca espera, desta forma, que a actual maioria “prorrogue a suspensão que termina dia 2 de Junho”. Caso não o faça, Carlos Encarnação referiu que “será legítimo concluir que o Governo não tem interesse em realizar o projecto”.
O autarca, que se reuniu no dia 24 de Maio com a secretária de Estado dos Transportes, considera que existem condições para modificar “as condições que não estão de acordo com as autarquias de Miranda do Corvo e Lousã”. “Começam a ser demasiados problemas”, disse, após recordar que durante o seu mandato à frente da autarquia já conheceu quatro primeiro–ministros.
Desta forma, o presidente da câmara quer uma resposta, por escrito, do Governo sobre o que pretende fazer em relação ao projecto. Se tal não chegar até quinta–feira, o autarca enviará no dia seguinte um novo pedido de esclarecimento com prazo definido, remetendo para depois dessa data uma posição oficial e que poderá passar pela saída dos órgãos sociais da Sociedade Metro Mondego. Mas garante: “Não aceitarei qualquer solução contra os interesses de Coimbra”.

sexta-feira, maio 27, 2005

Futuro, esse Amanhã Incerto...

Não tenho tido muito tempo para postar, mas mantenho-me ao corrente dos acontecimentos; Seja do terramoto político e consequente troca de acusações,em Coimbra devido ao coancelamento do concurso internacional do Metro da Lousã,ou da mais recente "eco-coisa para bicicletas e outros que tais",ou ainda da intenção de Converter o a Linha do Corgo entre Vila-Real e Chaves, numa distância de 70km,numa destas aberrações que só servem para de todo inviabilizar a reabertura das ditas,uma vez que os carris desaparecem (ou simplesmente, passam com o betão e o alcatrão por cima dos canais que já foram ferrovários,para tentar que a população perca a memória; É um hábito useiro e Vezeiro do nosso já conhecido "Chico Rotundas", Autarca em Biseu e pres. da ass. Port.Municipios.

Voltando à tempestade que se abateu sobre Coimbra:

O Sr. Carlos Encarnação terá decerto sido inspirado por alguns Caciques do Norte e Ilhas; Só assim se entende as declarações que tem feito à comunicação Social, as pressões e ameças subliminares que tem feito passar, como se não houvesse vida no distrito para além do Metro, que aliás preside;

Numa altura em que o país pede contenção de despesas, lá vai o M.M. insistir no Mega projecto dinamizador, importante, blá-blá,blá-blá....chega ao ponto de acusar o Estado de desinvestir em Coimbra para iinvestir nas capitais, chegado à "fase da negação,afirma lacónico: Oficialmente não fui informado de nada,o que sei soube-o pela Comunicação Social. continuo em funções e prontos lá entra prá reunião semanal , do M.M, onde, atarefadamente, e durante 30 minutos, jogam uma sueca ou contam os azulejos da parede....

Agora, hà a outra face....ou as outras:O amigo deste, a Imobiliária do outro, a Promota do tio, a Construtora do Sogro....e por ai adiante;Vitimas? Coimbra-Parque, Arredores do Hospital Pediátrico...a Baixinha de Coimbra...é so fazer as contas.Eu, como quero ser mais soft,não digo que são L*****; São só influências, tão pequenas como aquela que a Terra detém sobre a Lua , por exemplo;

Curiosamente, nem inginheiro deve ser, pois se fosse saberia que um eletrico (melhor, "metro")ligeiro, tb usa pantógrafo e tb precisa de catenária para se mover, a não ser que, uma vez que queria leva-lo a passear no campo (fora da zona metropolitana) ele se fosse alimentar de...bosta de vaca??

É preciso estar mesmo muito atolado para defender uma aberração chamada metro do Mondego com tanta Veemência, e até às ultimas consequências, mesmo Ilegalmente

como dizia há dias um amigo meu: Ele bem podia juntar-se ao Clube (dos Injustiçados) do Santana Lopes...os Menbros já davampara uma equipa de Futebol.

Bem, faltam 6 dias para a extinção do Concurso; no Futuro, logo se verá. Só desejo que vença o Bom-Senso. Em nome do povo, em nome de Portugal.

Consultem os seguintes artigos da Comunicação Social:

http://www.diariocoimbra.pt/10045.htm

http://jn.sapo.pt/2005/03/23/centro/demolicoes_baixa_avancam.html

http://www.campeaoprovincias.com/noticias.asp?id=2567

http://www.cm-coimbra.pt/actas/2002/acta0211.htm

http://www.partido-socialista.pt/accao/05/1239_10_03_2005/autarquias_00.htm

http://diariodigital.sapo.pt/news_history.asp?section_id=0&id_news=141917


Até Breve

sábado, maio 21, 2005

Milagre!!! O bom senso prevaleceu.

É histórico;

Depois de uma intensa batalha de bastidores,lutando para evitar o grave atentado que se congeminava para a linha da Lousã, pela direita autárquica conimbricense,e a Metro do Mondego, eis que aconteceu:

O ministro Mário Lino a quem louvo a iniciativa e a frontalidade de enfrentar as forças negras (like Star Wars...:P) da região,anulou o concurso Público interncional da Metro Mondego.

Reacções não se fizeram esperar:

De Carlos Encarnação, que agora enfrenta um dilema,afirmando que se prevê um futuro negro, e que a Esquerda hipotecou o futuro da Região, desinvestindo na região (tipo papão,). Mas, a Esquerda e grande parte da Direitra sabe, que o progresso não passa exclusivamente, pelo Metro, e que por menos de metsde do valor, existem outras soluções mais rentáveis,de desenvolver a região de Coimbra;Asimcomo mesmo o Estudo da Parpública em que o "Carlitos" se baseou, Preve caso o Metro não avance, que a Linha da Lousã seja eletrificada e apta ao serviço Suburbano com material moderno e eficiente.

A Esquerda autárquica, bem como os autarcas da Lousã e Miranda do Corvo, como sempre disseram, que o concurso não tinha Nexo e que fora feito à pressa, para servir os interesses instalados,principalmente de Coimbra.

Porque,o Sr. Encarnação (do mal) esqueceu-se que ainda há autarcas que defendem o melhor para o seu povo...


P.S - Agora o "Carlitos" tem um dilema:

- Se for um Político de palavra, não se recandidata à autarquia,como disse que faria se o Metro não avançasse...mas ele já anunciou a recandidatura...e Claro, a demolição/reconstrucção da Baixinha de Coimbra, já estava entregue aos amigos...que não tarda nada estarão a bater-lhe à porta :D

quinta-feira, maio 19, 2005

Finalmente em Movimento!

Está tudo em Reboliço!...E ainda bem!

Finalmente, nota-se que alguem se mexe para recuperar o tempo perdido, nota-se que os ministros tutelares só vem a público quando é memso necessário, para anunciar medidas realistas e fazendo frente a alguns interesses instalados,o que, se fosse a direita, dificilmente isso teria acontecido.

São exemplos disso a negociação que tem sido mantida com a Bombardier;

Sabem pq é que elas não foram bem sucedidas? Porque a Bombardier queria ceder sim senhor, mas como contrapartida, queria entregar parte ao Imobiliário...o nosso Ministro, Mario Lino, a quem eu sáudo e tiro o chapéu, disse não e, vai expropriar os terrenos em questão pelo valor que estava em cima da mesa...

Também anunciou, felizmente, que a ponte Algés-Trafaria, n iria ser construida,sendo relegada para o fundo da gaveta, e que actualmete as prioridades são a Alta-Velocidade, que passará pela ponte Chelas-Barreiro,(questionada na altura pela direita).Resolveu também, de uma assentada, uma quetão que se arrastava a anos... Não é preciso fazer malabarismos,o TGV passará pela margem sul, não interferindo com a malha urbana do norte de Lisboa...Fica só a faltar o ponto de Partida em Lisboa a ser decidido dentro de dias...mas Aposto que será o Vale de Chelas;reune todas as condições.

Mais a Norte, em Coimbra, o Sr Carlos Encarnação, Roi as Unhas e toma uns Valiums.

O Concurso Internacional do Metro do Mondego Entrou na recta final, caducando dia 2 de Junho, e não obteve ainda o acordo dos autarcas de Miranda do Corvo e Lousã...

Sentindo a pressão dos seus queridos amigos,que esfregava já as mãos, com a perspectiva de encher a baixa de Coimbra de prédios e condominios com o espaço roubado ao Comboio, e que o Carlos lhe tinha dito que ia ser canja e tal..afinal...

E triste quando alguem que devia zelar pelos intereses das populações ,usa o cargo para favorecimento que não o do povo...

Ele que vendo o tempo a esgotar-se, não consegue sequer ser honesto consigo próprio, pois prometeu n se recandidatar mas, já anunciou a recandidatura,mesmo quando o Metro do Mondego reune cada vez menos apoios,onde em assembleia , e conforme já aqui tinha sido dito, há meses, o PCP o valor a investir no Metro Mondego seria mais do que suficiente para Renovar e eletrificar a Linha da Lousã até Góis...

Mas há lobies que persistem e como persistem, em breve será tomada uma accção para que o povo finalmente entenda as verdadeiras intenções do Carlinhos...

Fiquem atentos

No próximo post transcrevo alguns artigos da imprensa regional...porque para a Nacional aparentemente ,parece Tabu.

segunda-feira, maio 16, 2005

De lá até cá...

Depois das opções tomadas,analisando os prós os contras e o que tem de ser...

Ultimas noticias

Segundo o Público de Segunda feira,16.05.05, Realço em primeiro Lugar o artigo da Secção Carga & Transportes em que Rui Rodrigues,desmistifica, a opção de a rede de AV Nacional ser Mista,apta para o transporte de mercadorias;No essencial concordo com o que escreveu.

A saber:
- A Linha de Av não sofrerá maior desgaste ao ser usada popr comboios de Mercadorias,desde que respeitro os critérios definidos para o comboio de passageiros.

-O custo de construcção e manutenção de uma Linha de Av mista será 30% superior...mas 70% inferior a ter de construir uma linha de bitola europeiua dedicada para mercadorias,para ligar Badajoz aos portos de Setubal e Sines.

Acho que é a escolha acertada...não podemos pensar em megalomanias...

Também no Público mas na secção LOCAL a eletrificação do troço Pinhal-Novo - Barreiro, vai avançar com um custo estimado na ordem dos €5M, estando prevista para o início de 2007 a sua conclusão...

Não percebo porque eletrificar 16km demorará ano e meio, mas eles lá sabem...

quinta-feira, maio 05, 2005

"There´s no Turning Back now..."

que é como quem diz..." Não podemos olhar para trás!"

Está ai o Deadline da Alta Velocidade Portuguesa, a época, (e ainda bem que está entregue a quem já demontrou saber e competencia para levar esta obra a bom porto)das grandes decisões, com a recente Reunião entre a Secretária de Estado dos transportes,Espanhola e o correspondente Luso;
Aí, um primeiro atrito a pedir urgente entendimento: Espanha está Determinada a ter uma Linha de Alta Velocidade Mista,em via dupla.
Portugal? Bem...temos de ver isso...Escusado será dizer que os custos de manutenção para o lucro previsivel, serão a multiplicar por três,uma vez que grande parte do desgaste das linhas actuais pode ser atribuido aos comboios de carga.

Se tudo correr bem e optando pelo percurso anunciado, que creio ser o mais acertado,de construir uma via de AV de Raiz, passando por V.N.Gaia, Aveiro,Coimbra,Leiria, E chegada ao Carregado segue em viaduto para a Margem sul,por forma a contornar a elevada densidade populacional da Capital,servindo também para dar Ligação ao Pinhal Novo, e a todo o eixo de Setúbal. ai volta a cruzar o rio entrando em Lisboa na Ponte Barreiro-Chelas.
Actualmente , caso as obras se iniciem no final deste ano ou inicio de 2007, preve-se(fora atrasos)2014 como possivel data de conclusão.

Foi também anunciado para breve,a quadriplicação da via entre Chelas e Braço de Prata (adeus pn dupla,adeus guarda de pn adeus edificio peculiar...adeus.mas primeiro registarei tudo fotograficamente.
por forma a preparar o futuro mas também de melhorar a velocidade comercial naquele troço da linha de cintura e possibilitar ao operador privado Fertagus, atingir a estação do Oriente.

Por tudo isto é que eu,tenho esperança e grato, constato que ainda há quem queria fazer as coisas como deve ser...custe o que custar.

até breve. :)

sexta-feira, abril 22, 2005

Pela Linha do Tâmega

É Confrangedor como em pleno Séc. XXI se asistem a autenticos actos despóticos, a Autarquias geridas como se de uma ditadura se tratasse;

Custa a crer como o Povo foi entorpecido, viciado...enganado!.

Será possível que numa das zonas mais deprimidas deste país onde o Comboio foi um meio de transporte e um factor de evolução,se lute com todas as forças contra ele?

Qual é o lugar da população que ninguém ouve, no meio disto tudo? O que é feito do povo soberano,defendendo os seus direitos? Acomodado, indolente no pensamento que "não vamos conseguir nada logo vamos ficar quietos"???? Saberão eles que o povo, como em Grândola Vila Morena,é quem mais ordena?

Onde para a Comunicação Social, adormecida, silenciada, adulterada...parcial!! que poderia resolver esta, bem como outras atitudes de prepotentes?

E dizem eles que isto é Democracia...Eu chamo-lhe Hipocrisia!


Mas...a Justiça é como azeite; Vem sempre ao de cima.

...Lembrei-me que o serviço publico ( de transporte ferroviário) no sentido de servir as populações em vez de perseguir o lucro, terminou com a velha Senhora;O que reatou, foi assassinado pela Direita, esses "hérois".(ah...povo ingénuo, que tanta "cacetada" levais...)


Vejam p.f.: Artigo que motivou a Revolta do Autarca Celoricense

Patacôncio

Comissão de Defesa da Linha do Tâmega

Abram os olhos e protestem para:
geral@cm-celoricobasto.pt


Colocando no assunto:Exmo sr. Presidente

Até breve

sexta-feira, abril 15, 2005

Justiça ,essa ilustre desconhecida, ainda por cá se vai fazendo

Conforme já tinha aqui afirmado há dias, saiu hoje no Publico, assim como ontem no Campeão das Provincias, artigo confuso, que pode ser lido aqui , em recente Reunião da Secretária de estado dos Transportes, com os autarcas da Lousã, e de Miranda do Corvo, Mostrou-se favorável à eletrificação da Linha da Lousã caso o concurso Público do Metro do Mondego Aborte.

É Mesmo preciso ser Visionário para ver que a solução ferroviária é a Melhor e mais justa para a Linha da Lousã?

Em baixo, a Notícia Veículado pelo Público:

Autarca da Lousã Defende Electrificação do Ramal Ferroviário
Em alternativa ao metro de superfície


PUBLICO
15.4.2005
ANÍBAL RODRIGUES


O presidente da Câmara Municipal da Lousa, Fernando Carvalho, prefere
a electrificação do velho ramal ferroviário da Lousa
a um sistema de
metro que não contemple o percurso entre Lousa e Serpins. As
declarações do autarca socialista ao PÚBLICO surgiram após um
encontro, no início desta semana, entre a presidente da Câmara de
Miranda do Corvo, a social-democrata Fátima Ramos, e a secretária de
Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.

Segundo declarações de Fátima Ramos à agência Lusa, a governante
"admitiu que desencadeará o processo para a electrificação" do Ramal
da Lousa, "no caso de o concurso público do metro abortar". Ainda
conforme a autarca, Ana Paula Vitorino admitiu que "a electrificação
do ramal é compatível com novas linhas de metro na cidade de Coimbra".

"Entre a actual solução ou essa, a minha posição pessoal é a favor
dessa solução [electrificação]. É muitíssimo melhor do que aquela que
está agora a concurso", sublinhou Fernando Carvalho. O autarca
lousanense tem repetido que não assinará um protocolo imprescindível
para o avanço do processo de instalação do metro, devido às actuais
directivas do projecto: substituição do troço entre Lousa e Serpins
por uma solução rodoviária e obrigatoriedade dos concorrentes ao
concurso internacional apresentarem uma "solução tecnológica
alternativa" entre Ceira e Lousa.

Inclusive, Fernando Carvalho apresentou uma providência cautelar no
Tribunal Administrativo de Coimbra que pede a anulação do concurso do
metro ligeiro de superfície, tendo em conta as referidas alterações em
relação aos pressupostos fundadores do projecto. Conforme a edição de
ontem do semanário Campeão das Províncias, o Ministério das Obras
Públicas já contestou esta providência cautelar.

Que a razão prevaleça sobre os interesses Selvagens,que prtetendem tomar conta de Coimbra.

Nohab

quinta-feira, abril 14, 2005

Incrível mas verdade....

A Revista de Imprensa que faço de seguida:

Aconselha-se a que estejam em pé, para não cairem da cadeira com um ataque de riso:

- Segundo o "24HORAS" do dia 14.04.05. e sob o título, "maquinista choca e segue"; Um carro embateu hoje num comboio Regional numa passagem de nível, sem guarda, no sítio da Meia-Légua, Olhão, mas o maquinista não se apercebeu e seguiu viagem.
O condutor, que não ficou ferido, não conseguiu parar(!!!) o carro antes da passagem-de-nível.
O comboio continuou a viagem entre V.Real de Santo António e Faro,onde soube (o maquinista) todos os pormenores sobre o acidente.

...Bem, fiquei sem palavras,ou então...

-De acordo com o diário gratuito "DESTAK" de 13.04.05, A AMTL, continua a funcionar a meio-gás, aguardando ainda a nomeação de uma aministração definitiva. estavamos à espera que o governo convocasse a assembleia geral,disse o assessor da presidência(!!)
Contactada a secretaria de estado dos transportes,Indicou não ter qualquer informação sobre este assunto.
Entretanto, na sede da AMTL,vive-se num impasse (perda de tacho?)aguardando-se que venha alguém para a administração.

Em caixa, comenta a Quercus:
A Autoridade dos Transportes è um fantasma inoperante (não o serão quase todos os institutos públicos, autenticos repósitórios de "Boys e girls" partidários?),porque não tem poderes para agir(gostava de, a ver quando ela estiver "organizada" como deve ser, a agir contra a Fertagus/Barraqueiro).
Segundo Carlos Moura,a Quercus promoveu o lançamento de uma plataforma a favor da Mobilidade Sustentável porque apesar de a AMTL ter uma comissão instaladora, nunca teve a preocupação de ouvir as pessoas,ou a Quercus. (eu não disse?)

Ainda segundo o "Destak" de 14.04.05, Veem ai os inevitáveis aumentos nos transportes, anunciados com grande pompa e circunstância.
Terão um valor de 3.7%, um numero respeitavel.
Na minha opinião,deveria ser ao contrário; Os condutores é que deveriam, nas portagens e nos combustíveis ,refletir os custos do petróleo, e sofrer uma actualização anual,a reverter para os transportes Públicos, de forma a incentivar o seu uso;Tenho a Certeza que nem assim,a maioria deste povo comodista deixaria o carro em casa, vindo de transportes; Revelaríamos também , consciência ambiental, minorando o trânsito infernal de que Lisboa padece;Seria a nossa contribuição para o o Protocolo de Kyoto .As consequências já ai estão, mas alguém quer saber? Como de costume, quando se decidirem a tomar medidas, será já tarde demais...É assim o egoismo humano,Brincando a Deus.

quarta-feira, abril 13, 2005

Calma...chega para todos...

Obra Pública sem derrapagem orçamental não é obra pública; Em Portugal então...

leia aqui
a noticia veiculada pelo Diário Económico do dia 13.04.05.

Agora,duvidas de um cidadão comum:

- Para quê 20 advogados?
- Porquê a imposição de facturação mínima?
- Contactos em Bruxelas?? porque será...

Bem, é mesmo à grande e à Portuguesa: Primeiro criam-se os tachos prós amigos ( a dança das cadeiras já começou!!) e depois(anos) se começa a obra.


E daí,(drama nacional!!) ainda se queixam do descrédito da classe política nacional e da galopante taxa de abstenção.

Tudo é normal num país anormal...

ainda na senda das Novidades =)

Lembrei me que, ao desabafar, esqueci-me das outras novidades que tinha para dar:

O inicio do serviço ferroviário na linha do Setil entre Coruche e Lisboa via Setil, está bem encaminhado:

Depois de os municípios abrangidos, terem unanimemente dito, que sim ao serviço (tipicamente a CP/REFER têm uma estratégia infalivel, para demover os autarcas que queiram apostar no transporte ferroviário; "Se vocês assumirem os prejuizos...aliás com este argumento se encerraram 600 km de via férrea essencial as populações, à 15 anos!)e tendo ficado a CP Refer sem argumentos para não darem inicio ao serviço, (Afinal a C.P. presta serviço publico, não é? ou será só quando toca a finaciamentos?)preveem-se 5 circulações diárias em cada sentido, duas durante a manhã, uma a seguir ao almoço, e duas ao fim da tarde.Só falta a data de início...ou a imaginação da CP/Refer, ao sairem-se com uma desculpa para não inciarem o serviço(público e do interesse da população).

Recorda-me o caso da Linha do Tâmega em que a população deseja activamente a reabertura ao tráfego ao tráfego do Troço Amarante-Arco de Baúlhe, e uma entidade Britânica, pretendia financiar a 100% a reabertura e exploração da Dita Linha. Só não aconteceu devido à Recusa da REFER , num grande exercicio de imâginação.

Tudo parece normal num país Anormal

Pormenores que fazem diferença.

Hoje, chegaram me aos ouvidos algumas mudanças, que decerto passarão despercebidas, mas que ao concretizarem se simplesmente, criarão as condições para a melhoria da mobilidade das populações;

Exemplos?

-Saiu hoje no Jornal de Notícias, edição Centro e no Diário de Coimbra, que,ao extinguir-se o concurso público do Metro do Mondego sem que o memso seja ratificado por todos os intervenientes,a Linha da Lousã continuará sobre alçada da Refer, sendo posteriormente intervencionada com vista à sua eletrificação, rectificação e exploração ferroviária pela CP;

Não é certo se a linha será prolonggada mas , na minha opinião seria um acto de justiça devido à decadas aos concelhos de Góis e Arganil.

Agora...o "Exmo Dr."Carlos Encarnação, que elegeu o despropósito do Metro do Mondego, como a bandeira que supostamente só se recandidataria se o Metro fosse para a frente;

Cá para mim era só para mostrar trabalho...já que nada fez em Coimbra, o metro servia como a propaganda ideal para a recandidatura e manter o seu reinado.
assim, de uma penada, Coimbra ganhará um Autarca que realmente se preocupará com so problemas da cidade,(também há a hipotese de Carlos Encarnaçãonão ser um homeme de palavra e recandidatar-se de novo a autarquia Coimbrã)e A Linha da lousã terá o tratamento que merece para a função que lhe foi destinada.

A Área Metropolitana de Coimbra aliás, é gerida de forma (se é que tem C.A.)ditatorial ou, por outro lado, as Mercadorias na linha da Lousã, terminaram por causa de...Coimbra.O Tráfego entre Coimbra cidade e Coimbra Parque terminou poruqe...Coimbra quis! Coimbra ( e os amigos do Sr Encarnação e antecessor)quer pode e manda!!

E eu é que sou soft...visitem o Patacôncio para ver o C.F português em todo o seu esplendor!! Até logo.

segunda-feira, abril 11, 2005

Sócrates e o desafio dos transportes

Como será daqui a 4 anos? Aceitam-se apostas

Artigo de opinião retirado do Suplemento "Carga e Transportes" do jornal PÚBLICO de 11.04.05

por: Fernando Veludo /Reis Borges


1.Quem conheça o funcionamento da administração do Estado e não
aprecie o regabofe nas despesas públicas -responsáveis, aliás, pelo
mau desempenho da nossa economia, no contexto europeu e/ou mundial -,
sabe perfeitamente que a contenção orçamentei imposta por Bruxelas não
é mais do que um travão necessário ao desregramento nacional.

A flexibilização ora acordada, para o Plano de Estabilidade e
Crescimento (PEC), constitui uma moratória por forma a que o Governo
Sócrates tenha a legislatura para introduzir reformas radicais,
especialmente nos ministérios da Agricultura, da Educação e da Saúde.
E nos Transportes, também!

Apetece recordar que há uma vintena de anos, procurou-se conhecer o
custo das administrações das empresas públicas de transporte,
reportado a indicadores universais de tráfego. Pretendia-se, então,
comparar o custo apurado com a prática europeia. O pânico instalou-se
no centrão dos interesses, o qual fez passar a mensagem de que o
parlamentar autor do requerimento pretenderia pôr em causa as
nacionalizações... Certo, certo, é que os cidadãos contribuintes - de
então para cá - desperdiçaram milhões e milhões de contos.

Espero que o Governo Sócrates tenha a vontade política e a coragem
suficiente para dar a conhecer aos portugueses os custos de
administração e do pessoal das empresas públicas nacionais. Custos que
devem contemplar todas as remunerações e mordomias, bem como
indemnizações e reformas. Custos que devem ser cotejados com os
despendidos na União Europeia, sendo reportados à produção do
transporte (passageiros e carga movimentados, lugares/km oferecidos,
aviões controlados). O país ficará provavelmente chocado com a crueza
dos números.

Mas o Governo ganhará legitimidade acrescida para dar a volta ao
sistema. É que chegou a hora de utilizar práticas que são comuns na
Europa e não continuar a enganarmo-nos omitindo o que se sabe (há
muito) estar mal É o tempo de todas as decisões. Dos estudos (que não
se realizaram)às obras (com défices de qualidade e segurança). Do
recrutamento humano (em novos moldes) à capacidade técnica e
organizativa dos serviços nacionais.

2.Seria, de resto, extremamente saudável que, antes mesmo de qualquer
dança de cadeiras, dispusesse o Governo dos dados comparativos
apontados, o que lhe permite responder às interrogações que
naturalmente se formulam. Porquê o tipo de administração portuária
existente? Por que não voltar ao director do porto, com um conselho
administrativo constituído por dois funcionários? E não seria o mesmo
para os aeroportos? E as gestoras de infra-estruturas não ficariam bem
servidas com uma administração de três membros em que dois fossem
obrigatoriamente de carreira e que regressassem aos lugares de origem
quando terminada a respectiva comissão de serviço? E às operadoras de
transporte, se dispõem de um CEO, não bastariam dois outros
administradores, umd os quais seria o presidente? E os institutos
públicos, não deveriam passar a administrações a três? Por que bulas o
Ministério das Finanças tem que nomear um administrador? Não será mais
eficaz mobilizar a Inspecção Geral de Finanças, o Tribunal de Contas e
o Conselho Superior de Obras Públicas e Transportes para
inspeccionarem, sistemática, criteriosa e conjuntamente, esses entes
públicos?

O corte de despesa(supérflua)nos transportes será significativo se a
orgânica e o funcionamento do sector forem ajustados a um tempo que só
pode ser de austeridade aplicando-se regras idênticas nos diferentes
modos. O Governo anterior pensou que, adoptando soluções empresariais,
obteria economias estruturais. O que não aconteceu, não obstante
algumas melhorias em resultados de exploração e que derivaram de um
maior empenhamento por parte das respectivas administrações.

3. Um dia, investigadores universitários tentarão explicar a razão
peta qual o Ministério das Obras Públicas e Transportes foi confiado -
nos primeiros anos da Revolução de Abril - aos militares e a partidos
de menor representação parlamentar, tanto à esquerda como à direita.
Por outro lado, encontrarão explicação para o facto estranho de dois
políticos eminentes e da área do poder - que toda a vida foram
engenheiros civis - terem sido desviados para outros ministérios
(Administração Interna e Agricultura). E quando o Ministério das Obras
Públicas e Transportes foi dirigido por engenheiros civis, ou nunca
tinham exercido a profissão ou desconheciam de todo o segmento de
obras públicas.

Duarte Pacheco era engenheiro electrotécnico, mas rodeou-se dos
melhores engenheiros civis da época e que fizeram escola há até bem
pouco tempo. Ferreira do Amaral colheu os louros do trabalho realizado
por Abreu Freire e Falcão e Cunha, dois engenheiros civis que
perceberam a necessidade de dispor de projectos para as candidaturas
às ajudas de pré-adesão e aos primeiros fundos estruturais (QCA1). E é
preciso que se diga: mais ninguém (para além da JAE) tinha então
projectos como a qualidade necessária para serem aceites pelas
estruturas comunitárias. E foram esses dois engenheiros civis que
criaram as condições para que a Engenharia portuguesa se mobilizasse.

O erro na Alta Velocidade

O que não aconteceu com a Alta Velocidade ferroviária. Há, pelo menos,
quinze anos que a Engenharia espanhola faz, intensamente, projectos de
Alta Velocidade e Velocidade Elevada ferroviárias. Pois nenhum
governante ou responsável português sentiu a patriótica necessidade de
mandar estagiar (mesmo aqui ao lado) uma dúzia
De engenheiros ferroviários das nossas empresas públicas...

Mas tiveram a coragem de abrir concursos de estudos em que se exige
aos portugueses a elaboração de projectos (semelhantes) no valor de
1,5 milhões de euros! Obviamente que os portugueses tiveram de ir
buscar empresas espanholas, porque tinham executado projectos com tal
dimensão... Os média, abanca e a construção só estão preocupados com o
investimento de 12,5 mil milhões de euros... Mas talvez seja um
segredo de polichinelo a negligência do poder político relativamente
às obras públicas e transportes nestas três décadas.

Entregue a condução do sector a quem não tinha competência ou
preparação profissional (basta ver os curricula), assistiu-se a uma
degradação progressiva da competência técnica do país e que fora
acumulada na era Duarte Pacheco. Quando o investimento público pouco
ultrapassava o que seriam hoje cem milhões de euros, o Conselho
Superior de Obras Públicas e Transportes emitia mais de meia centena
de pareceres anuais. Quando o investimento público atingiu montantes
cem vezes superiores, aquele centenário órgão deixou de ser,
praticamente, escutado...

Em suma, descurou-se a análise prospectiva, o pensamento estratégico e
a capacidade técnica endógena. Privilegiaram-se os negócios, os
consultores multinacionais e as concessões, designadamente
rodoviárias. Ninguém quer saber se custem ao contribuinte 6
cêntimos/km quando, na Europa, não passam dos 4,5. É preciso ludibriar
o incauto cidadão de que não há dispêndio do Orçamento do Estado, como
se o privado fizesse, alguma vez, mecenato...

E, depois de tudo isto, o país tem vindo a pagar um preço altíssimo
com o reinado do metro quadrado de solo edificável e os mares da
Califórnia do nosso desencanto. Inverter esta tendência, que se
sedimentou, acentuadamente, nestes últimos 30 anos é o verdadeiro
grande desafio do Governo Sócrates. Daí uma natural expectativa em
conhecer as soluções para a concretização do programa aprovado na AR.
Está-se em crer que a questão da Bombardier tem sentido, conjuntamente
com a reestruturação da EMEF e dentro de um projecto claro para a
indústria portuguesa de equipamento ferroviário. •

Reis Borges, Conselheiro de Obras Públicas e Transportes (Jubilado)
Ex-Deputado da República por Lisboa

Será assim tão dificil chegar lá?

Não retiro nem acrescento uma virgula ao artigo: Realista, verdadeiro...Que dirá o Dr Encarnação?

O que fez ele em Prol de Coimbra e do bem estar do seu Povo?? Dá que Pensar...


por: António José Roque

Um metro chamado utopia



Hoje assisti à notícia da apresentação, nos EUA, dos primeiros automóveis movidos a hidrogénio, já há algum tempo anunciados, o que me fez pensar novamente em toda a questão envolvendo comboios e metropolitanos cá pela região. Sou admirador do caminho-de-ferro, por tudo o que este representa, e toda esta cacofonia em torno do assunto causa mais espanto e confusão do que esclarecimento. É a indústria que passa por dificuldades, é o fim da exploração de infra-estruturas, são os projectos egocêntricos e caprichosos que não são soluções viáveis, e muito menos válidas num contexto de globalização.
Em matéria de urbanismo, arrisco dizer que Coimbra acumulou desde meados do século XX sucessivos erros, agravados no pós 25 de Abril de 1974. Veja-se o desenvolvimento das malhas e traças urbanas. Veja-se o caso recente do “euro estádio”. Veja-se o estado do património, a começar pela degradação a que chegou a igreja de Santa Cruz...
Em matéria de transportes públicos, quando o conceito de interfaces modais já é uma solução conhecida para os problemas de trânsito, há mais de trinta anos, Coimbra manteve já no século XXI a velha concepção da praça de camionetas (Arnado), coexistindo com o conceito da Ecovia. Ainda hoje, Coimbra não tem, verdadeiramente, uma interface modal entre os transportes públicos de médio e longo curso e os restantes transportes públicos urbanos. As camionetas lá vão parando pela cidade.
Preparando-se, quiçá para o século XXII, Coimbra quer um metro de superfície. Será que o antigo complexo de inferioridade do Porto, relativamente a Lisboa, passou para Coimbra? E com este desejo qual é a primeira coisa a fazer? Privar milhares de pessoas de algo que usufruem há largas dezenas de anos, que para muitas é imprescindível e que há muito constitui um factor de sustentabilidade?
Até há pouco tempo, esta era a cidade com o custo da habitação mais elevado do país e, em contrapartida, a que menos qualidade de equipamento e mobiliário urbano oferecia. Ao praticar uma espécie de entropia, ao longo de muitos anos, conseguiu isolar-se e isolar tudo o que a rodeia. Hoje, como que alinhando pela moderna bitola das regiões metropolitanas, arrisca continuar práticas antigas e aí, o estatuto de capital da cultura, não conseguirá superar o de capital dos promotores imobiliários de 3ª categoria.
A realidade é diferente daquela que nos querem fazer perceber, e o estranho é que a maior parte de nós sabe qual é. Ou trinta e um anos de democracia não serviriam para nada.
A região metropolitana de Coimbra é um objectivo importante para toda a região e poucos terão dúvidas quanto a isto. Quanto ao metro de Coimbra, é um projecto importante para Coimbra, mas a sua imprescindibilidade actual não vai para além de interesses imobiliários centrados na Av. Fernão Magalhães e na sua paralela ribeirinha, cuja necessidade de reabilitação é indiscutível.
Existem grandes dificuldades em fazer o que é preciso: veja-se o parto do Hospital Pediátrico, que por enquanto não passa de um cartaz. E grandes facilidades em fazer o menos preciso: caso do “euro estádio”.
A construção é uma actividade importante para a economia, mas não é o motor da economia, ao contrário do que muitos advogam. As pessoas são o verdadeiro motor da economia. “Dêem-me uma alavanca e um ponto de apoio e ergo o mundo”.
É importante que tomemos consciência que as reservas de petróleo conhecidas actualmente não chegarão para mais de 40 anos e que, por outro lado, os veículos movidos a energias alternativas estão ainda longe de ser uma realidade expressiva.
Face a estes cenário, não serão preferíveis soluções sustentadas, entenda-se mais abrangentes, distribuídas e orientadas para o desenvolvimento no futuro?


António José Roque | 06 Abril 2005

sábado, abril 09, 2005

Mas...então n se pode?...coitadinhos...

...Era só pra juntar mais uns trocos prás Férias....


Finanças consideram ilegal "dança" de gestores entre a CP e a Refer
PUBLICO
8.4.2005
CARLOS CIPKIANO

Empresa de infra-estruturas ferroviárias nega ilegalidade das contratações

A admissão de dois actuais administradores da CP para quadros
superiores da Refer foi considerada ilegal pela Inspeccão-Geral de
Finanças (IGF), que vê neste acto motivo para rescisão com justa causa
dos dois vogais do conselho de gerência da CP nela envolvidos.

O relatório da IGF, ao qual a administração da Refer já exerceu o
direito do contraditório, encontra-se nas Finanças e é do conhecimento
da secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, que
aguarda orientações daquele ministério para poder tomar uma decisão,
uma vez que situação idêntica ocorre também na CP, que admitiu
recentemente dois administradores da Refer para os seus quadros. Os
polémicos contratos de consultoria celebrados pelas duas empresas
públicas constam da admissão dos administradores da CP António Rosinha
e Pires da Fonseca para o quadro da Refer e dos administradores da
Refer Marques Guedes e Luís Miguel Silva para o quadro da CP (ver
PÚBLICO de 11/3/2005).

Tais cargos só serão ocupados quando os respectivos contratados
deixarem de exercer o cargo de vogais do conselho de gerência das
empresas onde se encontram. Esta situação tem provocado comunicados
violentos por parte dos sindicatos, que acusam o Governo anterior de
"garantir tachos para os seus apaniguados", segundo a Secção de Acção
Sectorial dos Ferroviários do PS, e pedem ao actual a substituição das
administrações das empresas de transporte. Manuel Oliveira, da
Federação dos Sindicatos Ferroviários (afecto à CGTP), disse ao
PÚBLICO que estes contratos, "para além de ilegais, são também
imorais". Para os sindicalistas, apesar da inspecção das Finanças ter
incidido apenas sobre as contratações da Refer e não da CP, as desta
última são igualmente passíveis de ilegalidade, pois foram feitas
exactamente da mesma maneira.

A administração da transportadora, contactada pelo PÚBLICO, não quis
comentar. Mas para a Refer, trata-se de uma grande confusão com
algumas "inverdades" à mistura, pois, segundo fonte oficial, "não há
nenhum parecer da IGF a declarar nula a admissão que fez para o seu
quadro de pessoas que não pertencem à Refer". Nulos, explicou, foram
os contratos feitos durante os últimos dois anos de pessoas que
exerciam actos de gestão dentro da própria Refer ou de empresas do
grupo e que não deviam ter entrado no quadro por isso violar o código
das sociedades comerciais. No entanto, "e como a Refer é uma empresa
debem", disse a mesma fonte, o seu conselho de gerência anulou essas
admissões depois de para tal ter sido alertado pela Direcção-Geral do
Tesouro e Finanças. Quando às contratações feitas na administração da
CP, a Refer desconhece qualquer relatório que as ponha em causa.

No caso de Luis Miguel Silva e de Marques Guedes, de acordo com
documentos a que o PÚBLICO teve acesso, foram nomeados para os quadros
da operadora ferroviária no final de 2004 e com efeitos a partir de l
de Janeiro de 2005, como assessores do conselho de gerência - um tipo
de cargo que se traduz numa "prateleira dourada", em muitas empresas
do Estado. "Cessando a actual comissão de serviço [como administrador
da Refer], o colaborador regressará à empresa, ficando o contrato
individual de trabalho entretanto suspenso", deliberou o Conselho de
Gerência da CP em relação aos dois novos quadros, numa sessão
realizada a 17 de Dezembro.

Com a atribuição de um estatuto equiparado a directores de direcção,
imediatamente abaixo do estatuto de directores-gerais, ambos ficariam
com direito a isenção de horário de trabalho, despesas de
representação, viatura e telemóveis próprios, entre outras regalias.
Estes benefícios iriam acrescer a um salário-base que anda à volta dos
5000 euros ilíquidos por mês. • COM INÊS SEQUEIRA